{"id":9311,"date":"2021-08-15T14:27:04","date_gmt":"2021-08-15T17:27:04","guid":{"rendered":"https:\/\/alpinista.com.br\/conteudos\/?p=9311"},"modified":"2025-05-12T23:33:47","modified_gmt":"2025-05-13T02:33:47","slug":"chatbots-mais-humanizado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alpinista.com.br\/conteudos\/chatbots-mais-humanizado\/","title":{"rendered":"\u00c9 poss\u00edvel que chatbots ofere\u00e7am um tratamento mais humanizado?"},"content":{"rendered":"<p>A humaniza\u00e7\u00e3o dos chatbots, programas utilizados para atendimento ao p\u00fablico que simulam a conversa com um humano, \u00e9 um assunto que vem gerando bastante debate.<\/p>\n<p>Esse debate \u00e9, de todo modo, muito interessante, pois h\u00e1 v\u00e1rias abordagens que podem ser tomadas sobre o assunto.<\/p>\n<p>Os rob\u00f4s devem se parecer com humanos? \u00c9 melhor deixar claro que o atendimento est\u00e1 sendo feito por uma m\u00e1quina, limitada e com falhas?<\/p>\n<p>Neste artigo, trataremos sobre a possibilidade de os chatbots, dentro de suas limita\u00e7\u00f5es, oferecerem um tratamento mais humanizado e agrad\u00e1vel. Vamos l\u00e1?<\/p>\n<h2>O que \u00e9 um chatbot<\/h2>\n<p>Chatbot \u00e9 uma tecnologia utilizada, geralmente por empresas, para se comunicar com os clientes de maneira mais eficiente.<\/p>\n<p>O uso dessa ferramenta traz mais rapidez ao atendimento, poupa o tempo dos funcion\u00e1rios, fica dispon\u00edvel 24h e ajuda a criar um relacionamento mais amistoso com os clientes.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o chatbot, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, custa bem menos que um atendimento humano. Um atendimento por chatbot custa, aproximadamente, R$0,10 centavos, enquanto um atendimento telef\u00f4nico com um humano pode custar at\u00e9 R $8,00.<\/p>\n<h2>Como humanizar um chatbot<\/h2>\n<p>Para atender a demanda de atendimento ao p\u00fablico com efici\u00eancia, \u00e9 importante humanizar o chatbot.<\/p>\n<p>Investir em abordagem personalizada, personifica\u00e7\u00e3o e imagem do rob\u00f4, compreens\u00e3o de linguagem e o uso da intelig\u00eancia artificial e machine learning podem ser \u00f3timos meios de conseguir esse atendimento humanizado.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, alguns passos mais espec\u00edficos tamb\u00e9m podem ajudar a humanizar o atendimento do seu chatbot. Veja s\u00f3:<\/p>\n<h3>Tom de voz<\/h3>\n<p>O tom de voz se refere \u00e0 personalidade e linguagem usada pelo seu chat.<\/p>\n<p>A prefer\u00eancia \u00e9 que os chatbots usem um tom de voz mais amig\u00e1vel, gentil e um tanto informal, usando m\u00eddias como emojis ou gifs caso se adeque \u00e0s necessidades.<\/p>\n<p>Lembrando que, para definir a melhor linguagem a ser utilizada \u00e9 importante conhecer seu p\u00fablico e saber como ele se comunica nos meios digitais.<\/p>\n<h3>Apresenta\u00e7\u00e3o visual<\/h3>\n<p>\u00c9 importante ter uma boa identidade visual para seu chatbot, para torn\u00e1-lo mais personificado e agrad\u00e1vel.<\/p>\n<p>Dar a ele um rosto, voz, personalidade e detalhes como sotaque e roupas que remetem a regi\u00e3o s\u00e3o \u00f3timas formas de humanizar seu bot.<\/p>\n<p>Alguns \u00f3timos exemplos de chatbot com forma e personalidade s\u00e3o a Lu\/Magalu do Magazine Luiza e o atual CB, antigo Bahianinho, da Casas Bahia.<\/p>\n<h3>Atendimento simplificado<\/h3>\n<p>O prop\u00f3sito de usar um chatbot \u00e9 simplificar o atendimento, deixando-o mais r\u00e1pido e \u00e1gil.<\/p>\n<p>Pensar no menor n\u00famero de intera\u00e7\u00f5es poss\u00edveis entre a solicita\u00e7\u00e3o do cliente e a resolu\u00e7\u00e3o de seu problema \u00e9 um ponto muito importante, al\u00e9m disso, assegure-se que as respostas n\u00e3o sejam frias e mec\u00e2nicas.<\/p>\n<p>Uma dica bem \u00fatil \u00e9 programar o chatbot para que, no final da conversa, ele pergunte se o cliente conseguiu a solu\u00e7\u00e3o que buscava, se teve seu problema resolvido e ofere\u00e7a atendimento com um funcion\u00e1rio humano, se for preciso.<\/p>\n<h2>Atendimento humano<\/h2>\n<p>At\u00e9 90% das quest\u00f5es envolvendo o atendimento ao cliente podem ser resolvidas pelos chatbots, mas sua empresa precisa oferecer uma \u00f3tima experi\u00eancia a todos os clientes.<\/p>\n<p>\u00c9 importante que seu bot, por meio do aprendizado e dos testes, saiba identificar quando a demanda do cliente n\u00e3o foi atendida e oferecer o atendimento de um humano especializado.<\/p>\n<p>Desta forma, sua empresa otimiza o tempo do chatbot, do funcion\u00e1rio respons\u00e1vel pelo atendimento e evita que o cliente se frustre com o n\u00e3o atendimento.<\/p>\n<p>Para concluir, podemos dizer que, sim, \u00e9 poss\u00edvel que um chatbot ofere\u00e7a um atendimento mais humanizado e agrad\u00e1vel ao p\u00fablico, basta conhecer bem o seu p\u00fablico e usar as informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edvel para personaliz\u00e1-lo e deix\u00e1-lo mais &#8220;humano&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A quest\u00e3o do uso de chatbots, ainda hoje, pode trazer certas frustra\u00e7\u00f5es para o p\u00fablico, seja pelo atendimento mec\u00e2nico da m\u00e1quina ou por acreditar que havia uma pessoa do outro lado.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9312,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[113],"tags":[25,104,103],"class_list":["post-9311","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-tecnologia","tag-atendimento","tag-automacao","tag-chatbot"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alpinista.com.br\/conteudos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9311","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alpinista.com.br\/conteudos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alpinista.com.br\/conteudos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alpinista.com.br\/conteudos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alpinista.com.br\/conteudos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9311"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/alpinista.com.br\/conteudos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9311\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9313,"href":"https:\/\/alpinista.com.br\/conteudos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9311\/revisions\/9313"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alpinista.com.br\/conteudos\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9312"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alpinista.com.br\/conteudos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9311"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alpinista.com.br\/conteudos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9311"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alpinista.com.br\/conteudos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9311"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}